Julho/2021

Olá!

Espero que julho tenha sido um bom mês para vocês. Aqui do meu lado não foi muito produtivo. Estou com dificuldade para me concentrar nas leituras, espero que isso mude em breve.

Pelo menos teve uma coisa ótima para fechar julho: Celestial Blues, disco novo da King Woman saiu e como eu esperava, está perfeito! Fora isso, tenho escutado muito o How to Measure a Planet? do The Gathering. Nunca dei muita bola para esse disco e agora tenho escutado obsessivamente.

Lá no blog publiquei duas resenhas: uma sobre A Fúria, da Silvina Ocampo, e outra sobre Rastejando até Belém, da Joan Didion. Já no Cine Varda, escrevi sobre a Trilogia Rua do Medo e sobre o incrível Estranhos Prazeres, da Kathryn Bigelow. No Querido Clássico saiu um texto sobre Let’s Scare Jessica to Death, que completa 50 anos em 2021.

O Marcelo me chamou para gravar sobre Midsommar em seu podcast Obra Fechada. Eu amei rever o filme pela terceira vez e a conversa ficou muito bacana. O Junior me convidou a gravar um depoimento sobre Cléo das 5 às 7, do meu amor Agnès Varda. Falando nela, eu a tatuei em meu braço!

Como comentei acima, estou um pouco devagar com as leituras, e li apenas um conto, A fogueira que nunca se apaga, do Thiago Lee. Nesse ano eu também li seu livro O homem vazio e escrevi no blog a respeito. Fiquem de olho que ele tá com um trabalho novo a caminho!

E hoje voltamos com a quarta temporada do The Witching Hour. O primeiro programa foi sobre a trilogia Rua do Medo. Na nossa pausa entre temporadas, eu e a Jéssica gravamos uma live sobre o livro Confissões da Kanae Minato.

Acho que foi isso. Um mês estranho, de tantas notícias ruins, mas finalmente vacinada! Espero que agosto abra espaço para mais textos sobre as coisas que eu amo.

Fiquem bem

Michelle