Junho/2021

Olá!

Ano 2 de pandemia e seguimos aqui, nem tão firmes e nem tão fortes, mas tentando dar um jeito. Livros, filmes, músicas e escrever sobre tudo isso tem sido uma forma de esquecer um pouco do mundo todo.

E vamos aos links!

No meu blog pessoal, escrevi sobre o maravilhoso Rinha de Galos, da equatoriana María Fernanda Ampuero.

E sigo apaixonada por YA, ainda mais pelos que estão sendo publicados na firma. Felix para sempre, de Kacen Callender, será lançado em julho. E por favor, leiam que esse livro é amor demais!

O que Fome da Roxane Gay e Copo vazio da Natalia Timerman têm em comum? Talvez nada, mas na minha cabeça eles estão muito ligados. Falei deles aqui.

E para fechar o mês, falei de No útero não existe gravidade, da queridíssima Dia Nobre. Falando nela, ela e a Isabella me convidaram para uma conversa no podcast Elas na escrita.

Nesse mês também saiu o livro Mais mortais que os homens, uma reunião de contos de terror escritos por mulheres, com seleção de Graeme Davis. Eu tive a honra de assinar o prefácio.

Tenho lido muitos contos de autores independentes. Indico O fim e o começo de todas as coisas, da Karen Alvares (meio suspense, meio terror, com o oceano envolvido) e A garota do banco de trás, da Mary C. Müller (coisinha mais fofa para aquecer o coração).

Nesse mês eu dei uma pausa do Cine Varda. Não que eu tenha cansado, nem nada do tipo, eu só precisava de mini férias. Em junho escrevi sobre As duas faces da felicidade, da Agnès Varda e sobre Letters Home, da Chantal Akerman.

Sei que não é novidade para ninguém, mas recentemente tenho explorado o catálogo do Mubi e tô apaixonada pela parte das diretoras. Inclusive, esse da Chantal eu não achava em canto algum e está lá.

No Querido Clássico, site das minhas amigas Jéssica e Mia, tá rolando um especial de filmes de terror que completam 50 anos em 2021. O primeiro texto é meu: escrevi sobre O Médico e a Irmã Monstro, que eu adorei. Escrevi também sobre O abominável Dr. Phibes, com o maravilhoso Vincent Price.

Falando em terror, lá no The Witching Hour gravamos programas sobre os filmes Honeymoon, A sombra do pai, Advantageous e XX. E aqui acaba a terceira temporada. Mas em no dia 17 de julho a gente vai fazer uma live para conversar sobre o livro Confissões, da Hanae Minato. Sinta-se convidado a participar.

Nesse mês eu deletei a minha sétima (?) conta do last fm. Eu gostava muito de manter um registro de tudo que eu ouvia, mas desde que deletei a segunda conta a coisa perdeu a graça. Tenho ouvido muita música, me divertindo fazendo umas playlists, mas o ponto alto foram as músicas novas da King Woman e da Lingua Ignota. Já sei que esses serão os discos do ano.

Acho que foi isso em junho. Vamos ver o que julho vai trazer!

Beijo